sábado, 19 de maio de 2012

As Crianças Continuam Sofrendo



Números refletem parte da violência; nem todas as cidades notificam casos.
Dados da Secretaria de Saúde se referem aos anos de 2010 e 2011.


Crianças são as mairoes vítimas de violência sexual em Sergipe (Foto: Flávio Antunes/G1 SE)
Casos de violência sexual registrados no Paraná
acontecem principalmente contra meninas
(Foto: Flávio Antunes/G1 SE)
Um levantamento feito pela Secretaria de Saúde do Paraná mostra que crianças e adolescentes são vítimas de 45% dos casos de violência registrados no estado. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (18), Dia Nacional de Luta Contra o Abuso e a Exploração Sexual Infanto-Juvenil.
Os dados da Sesa são referentes aos anos de 2010 e 2011. Nos dois anos, foram notificados 8.775 casos de violência nas unidades de saúde do Paraná. Destes, 3.971 se referem a violência contra crianças e adolescentes.
Segundo a Sesa, os tipos de violência a qual as crianças mais foram submetidas foram negligência ou abandono – no caso de crianças entre 0 e 11 anos, com 48% dos casos. Em seguida, há os casos de violência sexual, principalmente contra meninas.
A violência física foi o tipo mais registrado nos casos envolvendo adolescentes no Paraná. Em segundo lugar, assim como na infância, aparece a violência sexual, seguida por violência psicológica e/ou moral.
A Sesa afirma que os dados não refletem com totalidade os casos de violência no Paraná, já que nem todos os serviços de saúde notificam os casos atendidos. Contudo, a Secretaria considera que os números preliminares são importantes para que se possa traçar um perfil das pessoas que buscam os serviços de saúde.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Será que só isso resolve


Hospital infantil chama atenção para violência sexual contra crianças

Luta contra este tipo de violência é lembrada nesta sexta-feira (18).
Faixas pretas foram penduradas na fachada do hospital.

Do G1 PR
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Pequeno Príncipe (Foto: Reprodução/RPC TV)Hospital Pequeno Príncipe é especializado no atendimento infantil (Foto: Reprodução/RPC TV)
O Dia de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, lembrado nesta sexta-feira (18), ganhou destaque no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, que é especializado no atendimento a crianças. Nesta quinta-feira (17), o hospital colocou faixas nas janelas com dizeres contra este tipo de violência. Além disso, os funcionários trabalharam com faixas pretas nos braços.
Em 2011, o Pequeno Príncipe atendeu 374 crianças que apresentavam indícios de que foram violentadas e um número significativo dos casos ocorre dentro de casa. Dados do Sistema de Informação para Infância e Adolescência, vinculado a Secretaria de Direitos Humanos, do governo federal, mostram que em mais de 58% dos casos de violência registrados contra crianças e adolescentes, os agressores são membros da família.
Mas será que só isso resolve? Ou devemos exigir do legislativo mais atitude a este problema.
Números para denúncia
Prefeitura de CuritibaDisque denúncia estadualDisque denúncia nacional
156181100


quinta-feira, 17 de maio de 2012

Enfim a Globo Mostra Algo Interessante que não Seja algo sobre CPIZZA


O Disque Direitos Humanos recebeu 82.281 denúncias de violações de direitos humanos de crianças e adolescentes em 2011, uma média de 225 por dia, segundo dados do serviço da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República obtidos pelo G1.
Total de denúncias recebidas pelo Disque Direitos Humanos por ano*
2011
82.281
2010
30.544
2009
29.756
2008
32.589
2007
24.942
2006
13.830
2005
5.138
2004
3.774
2003
4.494
*Fonte: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República
O número é quase o triplo das denúncias recebidas no ano anterior, quando houve um total de 30.544 – um aumento de 169,4%.
E neste ano, o total dos relatos sobre abusos contra crianças e adolescentes em apenas 4 meses já representa quase a metade do recebido em todo o ano passado. Foram 34.142 atendimentos de janeiro a abril, aumento de 71% em relação ao mesmo período de 2011.
"O aumento na capacidade de atendimento e a ampla divulgação do canal de denúncias trouxeram um salto no número de denúncias registradas", diz a secretaria.
A partir de março de 2011, o atendimento do Disque 100 foi ampliado, passando a funcionar todos os dias, 24 horas. Até então, funcionava das 7h às 22h.
Os dados do Disque 100 devem ser divulgados oficialmente nesta sexta-feira (18), Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
Tipos de violência
No ano passado, as denúncias de abuso contra menores representaram 84,7% do total recebido pelo serviço. Também foram registrados relatos sobre violações contra idosos (8,7%), pessoas com deficiência (3,2%), população LGBT (1,3%), população de rua (0,5%) e outros grupos, como quilombolas e indígenas (1,7%).
As denúncias de violência contra crianças e adolescentes dividiram-se em: negligência (40,88%), seguida da violência psicológica (24,34%), violência física (21,67%) e sexual (11,53%). Esta última divide-se em: abusos (70%) e exploração sexual (30%).
Denúncias em 2011 por estado
SP
10.496
BA
9.395
RJ
9.120
MG
5.703
MA
4.686
PE
4.152
CE
3.994
RS
3.377
AM
3.375
PA
3.221
PR
3.188
RN
2.750
GO
2.135
SC
2.106
PB
2.095
AL
1.969
DF
1.852
PI
1.771
ES
1.376
MS
1.345
RO
1.104
MT
1.073
SE
829
TO
435
AC
352
AP
178
RR
95
Nos dados divulgados de 2012, o percentual de denúncias apenas sobre abuso sexual, aqueles ocorridos em sua maioria dentro de caso, aumentou de 11,53% para 20% do total.
Por estado e região
São Paulo lidera o número de denúncias recebidas pelo Disque 100 sobre violência contra crianças e adolescentes em 2011, com um total de 10.496 ligações (12,8% do total). Em seguida, aparecem Bahia, com 9.395 denúncias (11,4%), Rio de Janeiro, com 9.120 (11,1%), Minas Gerais, com 5.703 denúncias (6,9%), e Maranhão, com 4.686 ligações (5,7%).
Os estados que menos registraram ligações em 2011 foram Roraima, com 95 relatos (0,1%), Amapá, com 178 denúncias (0,2%), Acre, com 352 denúncias (0,4%), Tocantins, que registrou 435 relatos (0,5%) e Sergipe, com 829 denúncias (1%).
Nos primeiros meses deste ano, São Paulo continua a liderar o total de ligações, com 4.644 relatos, seguido pelo Rio de Janeiro com 4.521 e Bahia com 3.634.
'Pacto do silêncio'
“Quanto mais se promovem ações de prevenção, maior número de casos vão aparecer. As pessoas tomam consciência, criam coragem de denunciar”, afirma Eduardo Pan, gestor do Polo de Prevenção à Violência da ONG Liga Solidária, que faz atendimentos de famílias na Zona Oeste da capital paulista.
Segundo Pan, os dados do Disque 100 demonstram o que a ONG vem observando na região. “A maior parte dos casos é de negligência. Os adolescentes acabam indo para os abrigos porque vivem em condição subumana”, explica.
“E é onde começa a acontecer o abuso. A maioria é o pai, padrasto, tio. As mães até percebem o que está acontecendo, mas não têm força para falar do próprio companheiro. E o adulto ele ameaça a criança, que fica completamente à mercê”, completa.
Em 2010, o total de atendimentos da ONG por violência sexual representava 7% dos casos atendidos. Em 2011, aumentou para 11%. "Isso mostra que estamos quebrando esse pacto do silêncio. O que a gente espera é que a criança e o adolescente consiga sair dessa situação, devolver a dignidade.”
A região Sudeste foi responsável por 36,2% do total de registros nos primeiros 4 meses deste ano, seguida do Nordeste com 34,7%, do Sul com 11,3%, do Centro-Oeste com 9% e do Norte, com 8,8% do total de denúncias registradas no período.
Contando apenas o abuso e a exploração sexual, a Bahia foi o estado que mais registrou denúncias nos dois casos: 962 contra abusos (12,54% do total dos estados) e 250 sobre exploração sexual.
Ao todo, 1.585 municípios (há 5.561 no Brasil, segundo o IBGE) entraram em contato com o Disque Direitos Humanos relatando violações de abuso sexual. Os municípios com maior incidência foram: Salvador com 346 relatos, Brasília com 269, São Paulo com 250 e o Rio de Janeiro com 236.
Incluindo apenas as denúncias de exploração sexual, 809 municípios acionaram Disque 100. Salvador lidera com 81 denúncias, Manaus com 67, Rio de Janeiro com 66 e São Paulo com 61.
24 horas
O Disque 100 é um serviço destinado a receber demandas relativas a violações de Direitos Humanos, especialmente as que atingem grupos sociais vulneráveis. O número funciona 24 horas, todos os dias da semana, inclusive domingos e feriados. A ligação é gratuita e atende ligações de todo o território nacional.
As manifestações de violações de Direitos Humanos acolhidas pelo Disque Direitos Humanos são examinadas e encaminhadas para os órgãos responsáveis.

sexta-feira, 20 de abril de 2012





É estranho ouvirmos em certos veículos de informação, em filmes hollywoodianos (Velozes e Furiosos5, Albergue, Hulk entre outros), que somos o país em que tudo se pode, de correr em alta velocidade pelas ruas com um cofre roubado, com dinheiro de um traficante e que estava sendo protegido pela policia, isso seria estranho se não fosse um retrato maquiado de uma verdade, onde bicheiro é protegido por um parlamentar, que policial da promoções sob a batuta deste bicheiro, que diz quem merece e quem não merece promoção.
ai vem mais uma pancada, uma juíza do Superior Tribunal de Justiça STJ, que deveria cuidar dos assuntos relacionados a justiça, abre o precedente que todo pedófilo queria, ao dizer que uma menina de 12 anos tem vida sexual, talvez por ela se prostituir para poder comer, enquanto um juiz ganha entre 25.000,00 e 30.000,00.
O Brasil realmente não é um país sério. Depois de aumentar o salário em dezembro do ano passado, os juízes do STF agora querem 14,7% de reajuste, sabe-se lá a troco de que. O salário de R$ 26.723,00 pode passar para R$ 30.675,00 em 2011. Se um aumento 3 vezes acima da inflação já é um abuso para quem ganha essa fortuna, pior ainda é o fato de que um monte de carreiras ainda receberão o mesmo aumento. Quando o salário do Juiz do STF aumenta, o dos juízes federais também aumentam na mesma proporção. Como um juiz do trabalho, por exemplo, que recebe 90% do salário do juiz do Supremo. Isso mesmo, quando você foi na audiência de testemunha do seu vizinho, cuja empregada doméstica o colocou na Justiça, saiba que aquele que ali estava presente julgando poderá ganhar R$ 27 mil. Ah…não esqueçamos dos procuradores da república, dos promotores estaduais, dos desembargadores estaduais e ainda dos conselheiros dos TCE´s. Todos eles entrarão no vácuo do megasalário. O impacto disso só no Judiciário Federal é de mais de R$ 400 milhões. Se levarmos em consideração o restante dos órgãos federais e estaduais, chega perto dos R$ 2 bilhões. Sinceramente um Juiz do STF ganhar um excelente salário, de R$ 30 mil, eu até entendo, porque é o topo da carreira, mas um juiz em começo de carreira ganhar 90% disso é um escárnio. E talvez seja o mesmo juiz que irá decretar ilegal uma greve de professores que ganham R$ 970,00. Porque legal mesmo é ganhar R$ quase R$ 30 mil. Isso sem falar nos 60 dias de férias, recesso, etc. Ou ainda na imoralidade de ser aposentado compulsoriamente quando flagrado vendendo sentença, como no caso de um Ministro do STJ. Enquanto tudo isso acontece temos que ver noticias como estas."JUÍZA DE LONDRINA LIBERTA PADRE QUE ABUSOU DE MENINA DE 7 ANOS" OU "JUÍZA DO STJ LIBERTA HOMEM ACUSADO DE ABUSAR DE DUAS MENIS DE DOZE ANOS SOB ALEGAÇÃO QUE AS MESMAS JA TINHAM VIDA SEXUAL ATIVA". Francamente estou farto assim como a maioria da população de ver manchetes como esta, ou ver um Senador que não vai preso após cometer crimes contra nossa nação, por ter mandado parlamentar. Nossa "justiça" vai privilegiar até quando pessoas erradas, até quando teremos que ver uma situação assim? Se isso é democracia, que me desculpe os grandes nomes como Herzog e outros, mas isso pra mim é Demagogia. Falta dinheiro pra saúde, pra educação e para segurança publica, mas não falta pra pagar 13º, 14º e 15º salários a nossos Deputados e Senadores. Por que é curioso, que na africa do sul uma copa foi montada e realizada sem per causos, enquanto no brasil com um PIB mais alto nãos estamos sequer conseguindo realizar uma copa, cada tijolo de estádios tem que passar por uma CPIzza, e enfrentar um corredor de burrocracia demagoga. Peço desculpas a quem acompanha meu trabalho, mas não podemos falar de justiça, e de combate a pedofilia, sem falar-mos em toda esta podridão que nos governa. Um abraço a todos e PAZ

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

CASTRAÇÃO QUÍMICA COMO CURA DA DOENÇA CHAMADA PEDOFILIA

O tema não é novo, mas a polêmica é recorrente em torno dele, ora pela falta de conhecimento do público e dos legisladores, ora pela abordagem sensacionalista patrocinada por órgãos de defesa dos Direitos Humanos. Adotada em 1997 pelo estado da Califórnia (EUA), a castração química vem sendo instituída mundo afora como pena alternativa para predadores sexuais. No Brasil a idéia volta a ser debatida com projeto de lei apresentado pelo senador Ivo Cassol (PP), depois que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) deixou de apreciar por falta de quorum a propositura, de 2007, do ex-senador do Espírito Santo, Gérson Camata.

A castração química surgiu como resposta a duas perguntas: pedofilia é doença? O atual sistema carcerário ressocializa autores de crimes sexuais de tamanha perplexidade?
 
Para a psiquiatria, os impulsos sexuais anormais advêm de problemas na formação do caráter, traumas de infância e formas de criação. Alguns defendem a tese de doença mental ou psicopatias e deficiências incontornáveis. No campo da neuroquímica a corrente dominante é a de que o criminoso sexual tem quantidade de hormônios masculinos acima do normal, principalmente a testosterona. Outros pesquisadores apontam até para distúrbios causados pela ingestão excessiva de carne bovina. Mas todos concordam que o predador sexual é acometido de alguma anormalidade e que, portanto, a pedofilia é doença cuja cura é obtida com medicamentos.

Na busca por respostas para o segundo questionamento, pesquisadores verificaram um alto índice de reincidência de criminosos sexuais. Mesmo submetidos à violência sexual nos presídios - tratamento dispensado por colegas de cela a pedófilos e estupradores em todo lugar mundo – os molestadores permanecem o tempo na prisão preparando fantasias sexuais sórdidas, traduzidas para a realidade quando voltam a ter contato com crianças. Para os estudiosos, a cadeia produz criminosos mais criativos na busca por novos métodos de abuso para satisfação do prazer, sem correr o risco de cárcere. A cadeia, de acordo com os pesquisadores, fortalece tendências agressivas do homem pedófilo, enquanto a pena de castração química combate diretamente a origem do problema que é o desejo sexual compulsivo.

Analisadas as duas questões, os americanos, pioneiros na pena alternativa, buscaram formas para combater os distúrbios que transformam homens em predadores sexuais de crianças. Imaginou-se, em primeiro instante, aplicação de remédios para evitar a ereção, hipótese descartada, posto que o impulso sexual fizesse o criminoso utilizar outros artifícios para satisfação do prazer. Chegou-se então a droga Depo-Provera, um anticoncepcional composto de altas doses de hormônios femininos que reduzem a libido masculina. Nos estados da California, Flórida, Geórgia, Texas, Louisiana, Montana e também na Grã-Bretanha e Canadá verificou-se queda de 75% para 2% a reincidência dos molestadores submetidos ao medicamento.

No Brasil a adoção da pena de castração química ganha contornos de controvérsia no âmbito constitucional, mas para alguns operadores do Direito é a correção de uma falha histórica chamada encarceramento.
A idéia também tem apoio da grande maioria da população por um simples motivo: acredita-se que a pena de castração é tão dolorosa e cruel quanto os danos causados as vítimas da violência sexual. Na verdade, a castração química é a aplicação de doses injetáveis ou orais com efeito temporário, ou seja, é o remédio de controle dos impulsos sexuais descomunais que vem também como cura para uma superpopulação carcerária desnecessária. Como se vê, não há nada de tão doloroso e desumano, como pregam os contrários a inovadora medida de segurança, mas há certa contrariedade àqueles que imaginavam na castração química a aplicação de ácido derretendo o pênis, causando dor absurdamente implacável ao molestador de crianças.

O projeto apresentado no Senado na semana passada tem os mesmos moldes da lei em vigor no Canadá. O Artigo 98 do Código Penal brasileiro passaria a vigorar acrescido de 3 parágrafos determinando a substituição da pena privativa de liberdade por tratamento ambulatorial químico-hormonal ao condenado não reincidente que optar voluntariamente submeter-se a ele. O uso da Depo-Provera passa a ser obrigatório quando o criminoso sexual é reincidente em crimes da mesma natureza. Ainda de acordo com o projeto, se o condenado deixar de tomar a medicação, a medida de segurança será revogada e ele cumprirá a sentença na cadeia onde deverá ser aplicado obrigatoriamente o medicamento.

Os dois primeiros parágrafos do projeto não devem encontrar obstáculos maiores que os já previstos, por outro lado, o terceiro vai, com certeza, gerar polêmica estilo “a la Cassol”. Para se livrar da cadeia, do Depo-Provera e de seus efeitos colaterais como fadiga, trombose, hipertensão, leve depressão, hipoglicemia e aumento da pressão arterial, o molestador de criança pode optar pela castração permanente, obtida pela retirada completa do órgão sexual. Neste caso, corta-se o instrumento e não o mal pela raiz.

BRASIL É PIONEIRO!!!

   Pela primeira vez na América Latina, o Brasil da um duro golpe na Igreja Católica, pelo menos nos atos de pedofilia praticados por alguns lideres dela no Brasil.
    Luiz Marques Barbosa, Raimundo Gomes e Edílson Duarte, que são acusados de abusos contra três coroinhas. O monsenhor Luiz Marques, de 83 anos, foi condenado a 21 anos de prisão e os párocos Raimundo e Edílson cumprirão pena de 16 anos e 4 meses. Os três respondiam processo em liberdade e ainda não foram presos. Seus advogados têm cinco dias para recorrer da decisão junto ao Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL). Segundo o Ministério Público e a Polícia Civil, os religiosos prometiam dinheiro às vítimas em troca de sexo.
   A pergunta que não quer calar é por quanto tempo ficarão presos, é necessária uma investigação mais abrangente sobre a igreja católica, e também sobre outras igrejas, este mal não recai apenas na igreja católica, e não podemos jogar o cesto todo por algumas maças podres, como em todos os meios, politica, policia e religião, sempre existem aqueles que querem lucrar aproveitando-se de outros mais incultos e menos desavisados, sabemos que esta não é a igreja que Deus nos deixou, estes ensinamentos não são os que devem ser seguidos, mas existem aqueles que se acham no topo do poder, acima da lei, e acima dos homens.
   E como sempre apenas um Senador se levantou pra dizer chega, meus cumprimentos a sua excelência o Senador Magno Malta, que carrega esta bandeira com maestria e mostra sua força de luta a todos, parabéns.
   A igreja católica, diz ter criado uma comissão para investigar a pratica de pedofilia na igreja, mas onde esta o resultado disso, esta nas mãos da igreja longe do publico, enquanto se descobre que até mesmo o papa cometeu esta pratica na Alemanha enquanto padre, bispo e cardeal.
   Sera que não seria correto entregar estes indivíduos nas mãos da população carcerária, pois pra estas pessoas por mais que estejam a margem da justiça, estupro e pedofilia, são crimes pré condenados a morte.
   Por que não a castração química? alem de ser menos onerosa, é mais humana, mas deve ser praticada em doentes apenas, não em quem pratica o turismo sexual, ou padres que fazem isso por prazer.
   E qual a diferença financeira disso no final, um preso encarcerado Cerca de R$ 3.062,00 enquanto o custo da castração química e uso de tornozeleiras de monitoramento, é de cerca de R$ 350,00. mas o que fazer em um brasil, no qual políticos ganham mais que o presidente dos EUA. pensem nisso.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Meus Motivos, Minha Vida e Minhas Verdades.

   A vida é mesmo curiosa não é?
   As coisas tem sempre um andamento que não ode ser previsto nem pelo melhor pai de santo, não esta nas cartas nem nos búzios, nem mãe Diná adivinha.
   Por anos e anos lutei contra pedofilia, políticos corruptos, e por coisas que sempre acreditei, sem me corromper, me envolver ou me entorpecer, em mim sempre o desejo de ter uma família, uma esposa e filho bastava, e sempre perguntava, Deus será que mereço? Ai é que veio a primeira porrada, eu era estéril segundo o médico, continuei minha luta assim mesmo, pensando em adotar, e fazer melhor que muitos pais, cuidar e dar carinho, exemplos que não tive de meus pais adotivos, mas tive daqueles que escolhi como família, meu pai Ronei, pessoa que deixou claro que dignidade a gente conquista com trabalho e honestidade, minha mãe Marlene que me mostrou que amor é como uma sememnte, que quando a gente rega com amor, perseverança, honestidade e mostrando os valores de familia, nunca se desencaminha um filho, minha irmã rosiane que me mostrou que um trabalho honesto nos da o suficiente pra vencer-mos os desafios que vida nos impõe, meu cunhado Kato, que me mostra que pra fazer alguém feliz precisamos de muita paciência, e Deus em fim me mostrou que a perseverança, a honestidade e o trabalho é que fazem os milagres, hoje tenho uma mulher amiga e companheira e tenho um filho que veio desta união, o Gregory é a prova que Deus escreve certo por linhas conturbadas.
   Vem pra mostrar que a luta tem que continuar, e que tenho que mostrar mais ainda que este mal, só vai ter cura com o empenho de todos.